Sinto saudade de uma parte de cada um dos meus relacionamentos passado!
Por exemplo, minha primeira namorada, adoro lembrar dos erros amadores dos dois novatos, me divirto quando lembro que quase colocamos fogo na casa ao tentar acender a lareira, sinto falta das indiadas, das gincanas...
Sinto saudade da minha segunda namorada também, aquela garota de 21 anos, totalmente focada e dedicada, parecia uma mulher, com ela tudo era muito sério, uma seriedade louca...
O que dizer da terceira namorada? O oposto de todas as outras, vivemos as coisas mais loucas, infringimos regras, cometemos “crimes”, vivíamos tudo como se fosse os últimos dias de nossas vidas...
Por fim, a quarta, toda tímida, cheia de vergonhas, gostava de mim como se eu fosse o último homem do mundo, sinto saudade de quando cuidava da sua postura, de quando mostrava pra ela o quanto ela era linda e não precisava ficar se escondendo, foi com ela que aprendi a cuidar de alguém alem de mim mesmo...
Pois é, cada namorada que passou na minha vida nos últimos 20 anos, assim como seus pais, parentes e amigos enriqueceram minha vida, me tornaram um homem melhor, um amigo melhor, uma pessoa melhor.
Falei isso tudo, pois hoje vejo jovens não se permitindo dividir suas vidas com outras pessoas, vejo os jovens cada dia mais frios, cada dia eles acreditam mais na Internet e nas novelas da Globo... Por outro lado, vejo outros tantos, se “prostituindo”, trocam de namorados(as) como se troca de calça, não dão tempo de experimentar nada, vivenciar nada.
Será que estou preso no passado?
Sem dúvida não!!! Pois vivo muito bem o presente ;)
- André Colombo
Uma pitada de Ironia...
Uma visão maluca sobre, política, dia a dia, automobilismo e tudo aquilo que crie algo polêmico ...
terça-feira, 16 de maio de 2017
quinta-feira, 21 de abril de 2016
Cade os Historiadores PTistas?
Jair Bolsonaro votou pela abertura do impeachment de Fernando Collor em 1992. Aécio Neves, José Serra e Geraldo Alckmin também. Roseana Sarney e Sarney Filho votaram da mesma forma. Eram todos então deputados federais.
Ibsen Pinheiro, então presidente da Câmara do Deputados, cargo que pertence hoje a Eduardo Cunha, votou a favor. Ibsen foi cassado poucos meses depois por participar do Escândalo dos Anões do Orçamento - sofreu uma denúncia falsa da revista Veja, mas teve movimentações bancárias que não conseguiu explicar. Foi condenado a ficar afastado da vida pública por oito anos (o processo em que era acusado de sonegação fiscal foi arquivado anos depois). Na primeira eleição em que pode voltar a concorrer, em 2002, não se elegeu.
Os deputados Carlos Benevides, Fábio Raunhetti, José Geraldo e Raquel Cândido também votaram a favor do impeachment de Collor. Todos eles perderam seus mandatos poucos meses depois, envolvidos em esquemas de corrupção.
Cid Carvalho, Genebaldo Correia e Manoel Moreira também tiveram seus mandatos cassados por corrupção, mas renunciaram antes, em 1994. Todos votaram a favor do impeachment de Collor.
Sérgio Naya seguiu o mesmo voto, em defesa do impedimento. Foi cassado cometendo uma imensa lista de crimes, revelados após o desabamento do edifício Palace II, no Rio de Janeiro. Naya possuía milhares de imóveis em diversos países, uma dezena de carros de luxo e três jatinhos. Vivia numa cobertura de mil metros quadrados e era famoso por "ceder" imóveis para que uns 40 amigos e políticos vivessem gratuitamente - tal qual Lula diz ter vivido no sítio de Atibaia.
Todos esses caras eram favoráveis ao impeachment. Todos seguindo o mesmo voto de figuras como os então deputados José Dirceu, José Genoíno e Luiz Gushiken, petistas que entrariam no goto da história, envolvidos nas mais variadas falcatruas.
Em 1992, Collor sofreu um impeachment justo nas mãos de um Congresso sujo. Isso, no entanto, não foi motivo para que movimentos sociais e estudantis, sindicatos, centros acadêmicos, classe artística, imprensa e a esquerda em geral simplesmente deixassem de lutar pelo impedimento do presidente. Ter defensores da ditadura e políticos corruptos do lado pró-impeachment não era razão suficiente para que os então deputados Aloizio Mercadante, Jandira Feghali, Aldo Rebelo, Benedita da Silva, Florestan Fernandes e Miguel Arraes deixassem de dar seus votos favoráveis ao impeachment. Tampouco foi motivo para que Lula não apoiasse a causa.
Agora, você pode continuar usando esse argumento em 2016, negando defender o impedimento de Dilma porque ele é arquitetado por políticos corruptos - e ignorando o cenário vivido em 1992. Mas a verdade é que só estará deixando explícito aquilo que todo mundo já sabe: você não leu as páginas dos livros de história que você jura ter monopolizado a leitura.
- Rodrigo da Silva, editor do Spotniks
Ibsen Pinheiro, então presidente da Câmara do Deputados, cargo que pertence hoje a Eduardo Cunha, votou a favor. Ibsen foi cassado poucos meses depois por participar do Escândalo dos Anões do Orçamento - sofreu uma denúncia falsa da revista Veja, mas teve movimentações bancárias que não conseguiu explicar. Foi condenado a ficar afastado da vida pública por oito anos (o processo em que era acusado de sonegação fiscal foi arquivado anos depois). Na primeira eleição em que pode voltar a concorrer, em 2002, não se elegeu.
Os deputados Carlos Benevides, Fábio Raunhetti, José Geraldo e Raquel Cândido também votaram a favor do impeachment de Collor. Todos eles perderam seus mandatos poucos meses depois, envolvidos em esquemas de corrupção.
Cid Carvalho, Genebaldo Correia e Manoel Moreira também tiveram seus mandatos cassados por corrupção, mas renunciaram antes, em 1994. Todos votaram a favor do impeachment de Collor.
Sérgio Naya seguiu o mesmo voto, em defesa do impedimento. Foi cassado cometendo uma imensa lista de crimes, revelados após o desabamento do edifício Palace II, no Rio de Janeiro. Naya possuía milhares de imóveis em diversos países, uma dezena de carros de luxo e três jatinhos. Vivia numa cobertura de mil metros quadrados e era famoso por "ceder" imóveis para que uns 40 amigos e políticos vivessem gratuitamente - tal qual Lula diz ter vivido no sítio de Atibaia.
Todos esses caras eram favoráveis ao impeachment. Todos seguindo o mesmo voto de figuras como os então deputados José Dirceu, José Genoíno e Luiz Gushiken, petistas que entrariam no goto da história, envolvidos nas mais variadas falcatruas.
Em 1992, Collor sofreu um impeachment justo nas mãos de um Congresso sujo. Isso, no entanto, não foi motivo para que movimentos sociais e estudantis, sindicatos, centros acadêmicos, classe artística, imprensa e a esquerda em geral simplesmente deixassem de lutar pelo impedimento do presidente. Ter defensores da ditadura e políticos corruptos do lado pró-impeachment não era razão suficiente para que os então deputados Aloizio Mercadante, Jandira Feghali, Aldo Rebelo, Benedita da Silva, Florestan Fernandes e Miguel Arraes deixassem de dar seus votos favoráveis ao impeachment. Tampouco foi motivo para que Lula não apoiasse a causa.
Agora, você pode continuar usando esse argumento em 2016, negando defender o impedimento de Dilma porque ele é arquitetado por políticos corruptos - e ignorando o cenário vivido em 1992. Mas a verdade é que só estará deixando explícito aquilo que todo mundo já sabe: você não leu as páginas dos livros de história que você jura ter monopolizado a leitura.
- Rodrigo da Silva, editor do Spotniks
terça-feira, 18 de junho de 2013
Texto de Patrícia Cândido ...
Muitas pessoas
estão me perguntando o que acho da Onda de Protestos. Como “quase filósofa”
(falta um semestre) gosto de observar o comportamento e o pensamento humano para
depois estabelecer minha crítica radical, um dever de todo pensador. Quebrar a
estrutura, causar rupturas e ir até a raiz da questão, estabelecendo um novo
jeito de pensar, é basicamente a missão do filósofo. A Filosofia bem estabelecida nos
leva de volta à idade do por quê, dos questionamentos do passado até a raiz da
causa para que possamos compreender nosso presente.
A alguns dias atrás iniciou-se no Brasil um movimento de protestos e reivindicações, o que é extremamente saudável e normal em uma democracia. Pois bem, vemos frases por aí dizendo que o Brasil acordou e que está reivindicando seus direitos. Pelo que tenho observado, fazemos isso gritando nas quatro direções da rosa dos ventos que a culpa é do governo.
Do ponto de vista da unicidade, somos todos um e não existem vítimas, nem culpados, quiçá vilões. Se o governo está lá é porque alguém votou, afinal de contas vivemos em um regime democrático.
Se o governo é corrupto, o povo também é. Se o governo é ético, o povo também é. O governo é apenas um reflexo de nós mesmos. Pense nas pequenas corrupções que você comete a cada dia. Num país como o Brasil que é livre, leve e solto, raramente um cidadão consegue ser cem por cento honesto.
Vamos ao exame de consciência: se alguma vez você furou uma fila, ficou com o troco de alguém, pirateou um CD, mentiu para levar vantagem, avançou um sinal vermelho, não parou na faixa de segurança, você teve um ato de corrupção, pois não foi ético e prejudicou alguém. E todos nós algum dia já ferimos a Cosmoética, de alguma maneira.
A origem da democracia está na Grécia Antiga e lá existia o foro, as reuniões nas ágoras para que se discutissem as medidas governamentais. Era nesse debate, de forma justa e argumentada, que se chegava às conclusões do que seria melhor para todos, sem que prevalecessem os interesses pessoais. Levava-se em conta a coletividade. E para que a coletividade se beneficiasse, muitas vezes, eram exigidos sacrifícios pessoais, que eram feitos com o maior prazer pois era para o benefício de todos.
Trazendo para a realidade atual do Brasil, onde está o foro? Onde estão as ágoras? Onde está a opinião do povo? Onde está a participação de todos?
A alguns dias atrás iniciou-se no Brasil um movimento de protestos e reivindicações, o que é extremamente saudável e normal em uma democracia. Pois bem, vemos frases por aí dizendo que o Brasil acordou e que está reivindicando seus direitos. Pelo que tenho observado, fazemos isso gritando nas quatro direções da rosa dos ventos que a culpa é do governo.
Do ponto de vista da unicidade, somos todos um e não existem vítimas, nem culpados, quiçá vilões. Se o governo está lá é porque alguém votou, afinal de contas vivemos em um regime democrático.
Se o governo é corrupto, o povo também é. Se o governo é ético, o povo também é. O governo é apenas um reflexo de nós mesmos. Pense nas pequenas corrupções que você comete a cada dia. Num país como o Brasil que é livre, leve e solto, raramente um cidadão consegue ser cem por cento honesto.
Vamos ao exame de consciência: se alguma vez você furou uma fila, ficou com o troco de alguém, pirateou um CD, mentiu para levar vantagem, avançou um sinal vermelho, não parou na faixa de segurança, você teve um ato de corrupção, pois não foi ético e prejudicou alguém. E todos nós algum dia já ferimos a Cosmoética, de alguma maneira.
A origem da democracia está na Grécia Antiga e lá existia o foro, as reuniões nas ágoras para que se discutissem as medidas governamentais. Era nesse debate, de forma justa e argumentada, que se chegava às conclusões do que seria melhor para todos, sem que prevalecessem os interesses pessoais. Levava-se em conta a coletividade. E para que a coletividade se beneficiasse, muitas vezes, eram exigidos sacrifícios pessoais, que eram feitos com o maior prazer pois era para o benefício de todos.
Trazendo para a realidade atual do Brasil, onde está o foro? Onde estão as ágoras? Onde está a opinião do povo? Onde está a participação de todos?
O que mais escuto por aí são frases como:
“ Odeio política.
Não me envolvo em política.
Os políticos são corruptos.
Não discuto sobre política.
Políticos não prestam.”
Quem se posiciona desta maneira, está embebido no mais profundo mar de ignorância. Em primeiro lugar, o ser político não é o candidato, mas é o homem do povo, o habitante da “polis”, ou cidade, como na Grécia Antiga. Portanto, a palavra político faz alusão ao cidadão comum, a qualquer um de nós. Quando dizemos que odiamos a política, é porque odiamos nossos atos. Quando dizemos que odiamos o político, odiamos a nós mesmos.
A maioria da população vive uma grande infantilidade emocional, e essa infantilidade reflete-se nos governantes que nós temos.
Muitas pessoas que hoje participam dos protestos, inspiram-se no filme Zeitgeist, e chamam essa onda de protestos de “Movimento Zeitgeist”. O filme é excelente (disponível na internet) e propõe uma nova ordem mundial baseada em tecnologia feita de energia limpa, na extinção do dinheiro e do sistema capitalista. Assistindo a proposta do filme, seria o melhor dos mundos, mas de acordo com essa proposta, cada um teria de fazer a sua parte, e é aí que o caldo entorna, pois não há maturidade emocional suficiente para que esse sistema seja implantado.
Vamos argumentar sobre isso?
Será que estaríamos dispostos a fazer sacrifícios pessoais para o bem maior?
Desde que o mundo é mundo, existe a política do “pão e circo”. César, na Roma Antiga, dizia “ao povo, pão e circo”, pois sabia que o povo se contentava com migalhas e que isso gerava prestígio político. Hoje vemos isso nos comícios, nas vendas de votos e em muitos outros lugares.
Leia-se pão: assistencialismo e a infinidade de bolsas que o governo dá em vez de investir em capacitação profissional para que cada um gere seus próprios recursos.
Leia-se circo: carnaval, futebol, datas comerciais, reality-shows e tudo aquilo que puder manter o povo bem alienado e distante da realidade, literalmente dopado para os problemas nevrálgicos que afetam nossa sociedade.
Então vamos fazer aqui um exercício, propondo uma libertação do estado de “circo”.
No Brasil, quando chega janeiro, o povo reclama que bilhões de reais são gastos com o Carnaval. Reclama, mas gosta, e muito! Então vamos imaginar que fosse criado um movimento Zeitgeist de boicote ao carnaval e que todo o dinheiro gasto com isso fosse destinado à educação, saúde, infra-estrutura, transporte, turismo, etc. Imaginemos que esse boicote fosse proposto da seguinte maneira: que ninguém beba nenhuma bebida alcoólica neste carnaval de 2014. Assim nenhuma cervejaria vai vender, não haverá publicidade, os hospitais não vão lotar de bêbados em coma alcoólica tirando o lugar de quem precisa de atendimento e o carnaval vai acontecer da mesma maneira, com a sua finalidade que é dançar, brincar, comemorar pelas ruas, só que sem bebida alcoólica. Então o Carnaval, a nossa maior festa popular cumpriria sua função social de gerar emprego aos artesãos, costureiras, estilistas e também de atrair turistas, só que sem bebida.
Então eu pergunto: quem estaria disposto a abrir mão da sua “cervejinha”? Quem estaria disposto nesse nível de profundidade? Pouquíssimas pessoas, pois a maioria quer beber para extravasar, para esquecer dos seus problemas. Um povo maduro emocionalmente organiza-se para resolver os problemas e não para esquecê-los. Pessoas sábias e maduras querem evoluir e crescer e não encher a cara para viverem dopadas e distantes da realidade.
A população revolta-se contra a construção dos estádios para a Copa e vai até lá assistir ao jogo!!! É muita incoerência!!! Se você não concorda, não consuma!!!
Vamos supor que depois de muitos protestos e manifestações o governo decida investir pesado na saúde e que o governante seja uma pessoa consciente e que faça a seguinte proposta ao povo: “Tudo bem, vamos melhorar a tecnologia da saúde e todos serão muito bem atendidos, mas nós governantes vamos implantar uma lei de que cada cidadão precise fazer a sua parte, participando de políticas públicas de prevenção. A partir de agora todo cidadão terá de fazer exercícios físicos regulares, se alimentar de forma saudável com muitas frutas e verduras e comer carne somente uma vez por semana. Ninguém mais poderá fumar, consumir açúcar e álcool, e vamos reduzir radicalmente os produtos industrializados, que possuem excesso de sódio e muitos conservantes que causam doenças.”
Quem estaria disposto a levar uma vida regrada para contribuir com o Ministério da Saúde? Quem estaria disposto nesse nível de profundidade? Quem estaria disposto a abrir mão da feijoada para o bem maior?
O povo quer receber, ganhar, de graça... Mas se tiver que abrir mão de algo, daí é melhor deixar pra lá, né?
Nós, os seres políticos ainda somos muito infantis. Precisamos compreender que o verdadeiro movimento Zeitgeist começa dentro de casa, com pais conscientes e maduros emocionalmente, capazes de educar as crianças que hoje “são órfãs de pais vivos” como diz o amigo Luiz Carlos Prates. Como levar consciência, maturidade emocional e equilíbrio a uma menina de seis anos que vive sem as menores condições de higiene, ouvindo tiros, e que nesta semana conheceu seu quinto padrasto?
Gente, a reforma começa dentro de cada um de nós, quando estamos dispostos a buscar conhecimento, sabedoria, equilíbrio e força interna. Muitos participantes dos protestos nem sabem o que estão fazendo lá. Gritam por educação, justiça, saúde, mas não entendem que esse processo é interno. Gritam para si mesmos. Reivindicam aos políticos, sem saber que os políticos são eles mesmos. Clamam por algo que somente cada um pode buscar. E quando encontrarem essa força interna de consciência, ninguém mais precisará sair às ruas, pois os governantes serão eles mesmos.
Gandhi foi um dos maiores manifestantes que já existiu e podemos nos basear em seu comportamento exímio em colaborar pelo bem da sociedade. Só que os votos e o compromisso começaram por ele mesmo. Gandhi era um homem sábio, tinha conhecimento, praticava yoga, era vegetariano, adepto de “ahimsa” (não-violência), posicionava-se contra o sistema de castas, apoiava os dalits, era amoroso e resistia pacificamente. Desde a marcha do sal até o movimento que conquistou a Independência da Índia, ele se manteve firme e forte em seus princípios e valores, sem ceder.
Então eu pergunto: Quem estaria disposto a fazer o que ele fez, nesse nível de profundidade?
Talvez ninguém esteja tão comprometido como ele estava.
E era isso que eu queria dizer.
Palavras como luta, batalha, conquista e um mundo melhor ,só podem começar em um lugar: dentro de nós mesmos, através de um grande esforço interno de nos tornarmos pessoas melhores e mais evoluídas.
Grande Abraço a todos e continuem o movimento de resistir pacífica e internamente a tudo aquilo que nos faz mal.
Parabéns Brasil, esse movimento já é um começo de uma lenta reforma íntima que precisa acontecer, urgente!!!
Quer mudar algo? Inicie mudando seus atos !!!
Gostaria de iniciar este blog com um texto de peso, porem me deparei com dois problemas para isso; Primeiro que dificilmente eu irei escrever algo de expressão, visto minha forma grossa e despretensiosa de levar a vida ^^ Segundo, estamos sucumbindo um momento novo em nosso País, um momento a qual as pessoas estão indo as ruas, muitos sem saber ao certo o que estão fazendo por lá, os manifestantes buscam algo (Insatisfação?) sempre haverá alguém insatisfeito, o certo é que o povo esta sufocado com tanta impunidade e má administração do dinheiro público!!!
Porem, sempre meus poréns, o povo adora jogar a culpa em alguém e 90% das vezes nos políticos!!!
Hoje vindo trabalhar
de Trem, estava me dirigindo a estação, quando vejo uma pessoa varrendo a calçada
da sua banca popular (tradicional camelódromo), puxava lixo daqui, puxava de lá,
sabe onde foi parar todo aquele lixo, os sacos plásticos, papéis, areia! Quem pensou na
lixeira, se engana, ele varreu tudo para a rua, logo abaixo do cordão da
calçada. Questionei aquela pessoa falando, amanhã chove e este lixo todo vai
parar no esgoto, o esgoto vai entupir, a rua vai alagar e acabar com tua
mercadoria. A primeira coisa que tu vai fazer é ir na Prefeitura reclamar do
Prefeito, teu filho provavelmente é um dos que vão as ruas fazer passeatas contra a
corrupção dos políticos, visto que ele deve aprender em casa a arte de culpar os
outros!!!
A resposta do indivíduo foi, eu pago impostos, o mínimo que a Prefeitura pode fazer é limpar as ruas. "LIKE"
Quer mudar algo? Inicie mudando seus atos!!! *
Sobre o movimento popular que esta acontecendo em várias Cidades e Capitais do Brasil, sou totalmente a favor #ChangeBrazil. Mas digo, onde existe Anarquia não existe democracia!!! #AprendeavotarBrasil.
A resposta do indivíduo foi, eu pago impostos, o mínimo que a Prefeitura pode fazer é limpar as ruas. "LIKE"
Quer mudar algo? Inicie mudando seus atos!!! *
Sobre o movimento popular que esta acontecendo em várias Cidades e Capitais do Brasil, sou totalmente a favor #ChangeBrazil. Mas digo, onde existe Anarquia não existe democracia!!! #AprendeavotarBrasil.
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